Sinais clínicos:
Os sinais clínicos iniciam com diminuição na ingestão de alimentos, claudicação, febre e salivação intensa (foto), principalmente devido à dificuldades na deglutição. Muitas vezes os animais abrem e fecham a boca com estalar dos lábios e apresentam diminuição na produção de leite. 

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Vesículas e úlceras desenvolvem-se principalmente em áreas sujeitas a trauma como a mucosa oral, língua (foto) e espaço interdigital. As vesículas primárias são pequenas, mas podem coalescer e produzir bolhas que mais tarde se rompem levando à lesões ulcerativas.

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Quando os animais são examinados é comum o desprendimento da camada epitelial da língua.

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Em suínos, a claudicação é o primeiro sinal clínico observado, seguida do aparecimento de vesículas no focinho que rompem-se facilmente.

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Em animais que estão amamentando as lesões  nos tetos são comuns e pode ocorrer a transmissão da doença para os bezerros.

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As vesículas aparecem também nos espaços interdigitais e bandas coronárias das patas.

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As lesões da boca e língua regenaram-se rapidamente, mas as lesões das patas são susceptíveis à infecções secundárias, agravando o quadro.
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