Patogenia
  • Em condições naturais, a forma mais comum de transmissão é por aerossóis. A partir da porta de entrada, o vírus replica-se na mucosa e tecidos linfóides da região da faringe, tônsilas ou pulmões.
  • O período de incubação varia entre 2-8 dias após o contato. Nas primeiras 72 horas há uma grande replicação do vírus e por isso nesta fase os animais são grandes disseminadores (o vírus  está presente em todas as secreções e excreções).
  • A viremia persiste por 3-5 dias, com disseminação e replicação do vírus em células epiteliais.
  • O fluído vesicular possui grande quantidade de vírus e o mesmo persiste no local das lesões por 3 a 8 dias. Posteriormente há diminuição na carga viral devido à presença de anticorpos neutralizantes.
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  • As vesículas desenvolvem-se a medida que o vírus se replica dentro de um grupo de células epiteliais, causando sua ruptura e criando uma grande "bolha" cheia de fluido dentro do epitélio. Esse fluido vesicular contem quantidades abundantes de partículas virais que também persistem nas células vizinhas por 3-8 dias, diminuindo em número a medida que anticorpos são formados.
  • A fotomicrografia ao lado mostra partículas virais (coradas em marrom) dentro das células epiteliais que circundam as vesículas.
  • A replicação do vírus no epitélio da glândula mamária também ocorre e o vírus pode ser encontrado no leite pelo menos por 10 dias após o início da infecção, quando então anticorpos neutralizantes são produzidos. 
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