Possíveis perdas econômicas no caso de um surto de febre aftosa nos Estados Unidos: |
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| O último surto de febre aftosa nos Estados Unidos ocorreu em 1929. Modelos econômicos prevendo perdas econômicas decorrentes de um surto de febre aftosa foram recentemente elaborados. | |
Uma comissão de saúde animal no Texas estimou custos iniciais decorrentes de um surto de febre aftosa em 5 milhões (US$) / município afetado. |
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Num estudo do Departamento de Agricultura da Califórnia, as perdas econômicas foram estimadas excedendo 6.8 billhões (US$) por 2 anos à nível nacional. |
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| Esses gastos são muito maiores do que a economia poderia suportar. Existe um risco grande devido à falta de conscientização do público americano sobre a febre aftosa. Os perigos da doença consistem em que ela é extremamente contagiosa multiplicando-se exponencialmente em alta quantidade e pode deslocar-se através do vento ou em objetos tais como roupas ou calçados, tornando muito difícil evitar que a doença se espalhe. Adicionalmente, o vírus permanece bastante tempo fora do animal hospedeiro, sobrevivendo 24 horas em carcaças (nos músculos), ao redor de duas semanas no meio ambiente sob temperaturas moderadas ou meses em ossos congelados, no sangue ou em vísceras. | |
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Numa situação de surto, as perdas econômicas e o número de animais que teriam que ser destruídos são diretamente proporcionais ao prazo de tempo em que a doença está presente antes de ser devidamente diagnosticada. Sendo assim, os Estados Unidos assim como outros países onde a pecuária é importante, lucrarão grandemente alertando e educando o público sobre a febre aftosa. |