O
diagnóstico do botulismo só pode ser realizado a partir da coleta de
algumas informações:
Histórico:
Obtenção de informações referentes à
doença, tais como número e categoria animal acometida,
presença de carcaças nos pastos, curso, etc.
Análise de casos
clínicos: Interpretação dos sinais clínicos encontrados nos animais
acometidos.
Resultados obtidos
com a adoção de medidas profiláticas: eliminação ou decréscimo do
número de casos após a adoção de medidas profiláticas.
O
diagnóstico definitivo do botulismo só pode ser feito quando conseguimos
detectar a presença da toxina:
Isolamento de
cepas toxigênicas e identificação do subtipo envolvido (C ou D) através
do uso da técnica de soro neutralização em camundongos ou cobaias.
Detecção de toxina
botulínica em amostras enviadas para análise laboratorial (conteúdo
intestinal, soro, fragmentos de fígado, etc.).