Sinais Clinicos
| Leishmaniose clínica pode ter manifestações variáveis, sendo que a reação imunológica do hospedeiro determina o tipo de síndrome resultante da infecção. Os sinais clínicos são de uma doença de progressão lenta. |
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| As síndromes variam desde lesões cutâneas autolimitantes até doença sistêmica fatal. A leishmaniose visceral se inicia como uma lesão cutânea e, posteriormente, a infecção dissemina-se sistemicamente. Os órgãos mais afetados são o baço, o fígado e a medula óssea. |
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Os
principais sinais dermatológicos da leishmaniose visceral consistem de descamação,
seborréia, onicogrifose, ulceração e alopecia, que geralmente é simétrica.
Alguns cães com alta carga parasitária não apresentam sinais clínicos. Freqüentemente
também ocorre discrepância entre a intensidade da infecção e a condição
clínica do animal.
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| Na
forma visceral, a doença pode ser severa, causando sinais clínicos que envolvem
vários orgãos. Ocorrem: fraqueza extrema, emaciação, diarréia, epistaxe,
claudicação, anemia, insuficiência renal, edema das patas, ulceração cutânea,
inflamação ocular que pode levar a cegueira, linfadenopatia e hepato-esplenomegalia.
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| A temperatura corporal pode oscilar, mas geralmente é normal ou sub-normal. Imunossupressão pode favorecer a ocorrência de infecções concomitantes, de forma que o quadro clínico pode ser complicado com demodicose, piodermite ou pneumonia. | |