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Diagnóstico | Carbúnculo Sintomático |
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O principal espécime usado para o diagnóstico do carbúnculo sintomático é o tecido muscular afetado. Mais comumente o músculo esquelético, embora o miocárdio ou fígado possam ser usados. No caso do carbúnculo sintomático, a detecção do agente a partir
de um determinado espécime clínico é suficiente para o diagnóstico,
diferentemente do botulismo, no qual a detecção da toxina (s) produzidas
pelo Clostridium botulinum é crucial para o diagnóstico.
Entretanto, apesar disto, deve-se levar em consideração que C.
chauvoei é um habitante normal do normal do trato-gastro-intestinal, e portanto
o tecido muscular proveniente de um caso suspeito deve ser encaminhado
e examinado no laboratório poucas horas após a morte. Além da anamnese, sinais clínicos, achados de necropsia e isolamento do C. chauvoei, as seguintes técnicas são usadas para o diagnóstico definitivo do carbúnculo sintomático: |
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Imunofluorescência direta (IFD) (Fig.1) que permite detectar C. chauvoei em esfregaços de cultivo e em impressões obtidas diretamente dos tecidos durante a necropsia. |
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Imunohistoquímica (IHQ) em seções histológicas (Fig2) e/ou esfregaços de cultivo. |
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Reação em cadeia da polimerase (PCR) que amplifica sequências gênicas que codificam as subunidades 16sRNA, 16S-23SrDNA e 23SrDNA. |
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