Peste Suína Clássica | Controle
Vacinação
A maioria das vacinas atenuadas baseia-se na amostra chinesa do vírus da PSC. Estas vacinas são atualmente utilizadas no mundo todo. A vacina induz altos títulos de anticorpos neutralizantes e é segura para o uso em animais gestantes. A principal restrição à vacinação com vacinas atenuadas, como a amostra chinesa, é que não é possível a distinção entre anticorpos vacinais e aqueles induzidos por infecção natural. Esta desvantagem é de extrema importância se forem consideradas suas implicações no comércio internacional.
Atualmente existe um esforço grande no sentido de se desenvolver vacinas marcadas, que são vacinas contra subunidades do vírus. A glicoproteína viral E2 recombinante, produzida através de baculovírus, tem sido estudada para esta finalidade. A vantagem deste método é que os animais vacinados poderiam ser facilmente separados daqueles infectados naturalmente, utilizando-se uma proteína viral diferente como antígeno para o diagnóstico.
Políticas de controle
Em países onde PSC é endêmica, geralmente a vacinação é usada extensivamente para prevenção de perdas, embora não seja um método efetivo para erradicação da doença. Embora a vacinação com amostras atenuadas como a amostra chinesa seja eficiente para a prevenção da doença, este procedimento permite a manutenção de infecções sub-clínicas com cepas virulentas. Desta forma, há imposição de restrições comerciais aos países que empregam a vacinação.
Os seguintes procedimentos são empregados para o controle de surtos em áreas sem vacinação: eliminação de toda a população suína de rebanhos infectados e de contatos com rebanhos vizinhos, investigação epidemiológica, investigações clínicas e virológicas, restrição de movimentação de suínos vivos, de carne suína e de outros vetores que possam transmitir a doença.

Impacto econômico >>
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