Peste Suína Clássica | Sinais clínicos
São reconhecidas as formas aguda e crônica da PSC. A manifestação clínica depende da idade do animal e da virulência da cepa viral envolvida. A taxa de mortalidade pode atingir 90% em animais jovens, enquanto que em suínos mais velhos a doença pode ter manifestação discreta ou mesmo ser sub-clínica.
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Os sinais clínicos iniciais incluem depressão e febre alta (41oC/106oF), associados com leucopenia severa (a contagem total de leucócitos pode estar abaixo de 4.000/mm3).
Lesões equimóticas na pele de leitões afetados por PSC. |
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São observados eritrema, hemorragia e cianose em animais de pele branca, particularmente nas extremidades, abdome, axilas e face interna dos membros. Hemorragias petequiais também são observadas em mucosas, embora este achado não seja consistente.
<< Hemorragia da mucosa
ocular |
Sinais nervosos são observados frequentemente, incluindo letargia, convulsões ocasionais, ranger de dentes e dificuldade de locomoção.
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Animais susceptíveis geralmente morrem dentro de menos de 10 dias após o início dos sinais clínicos. Aqueles animais que sobrevivem por períodos mais prolongados podem desenvolver sinais de envolvimento respiratório e intestinal, caracterizados inicialmente por constipação seguida de diarréia.
Na manifestação crônica, após uma manifestação inicial de febre, os animais têm recuperação transitória seguida de recorrência com febre, anorexia e depressão. |
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A exposição natural ao vírus durante a gestação pode resultar em várias anormalidades fetais e neonatais que incluem aborto, mumificação, anasarca, ascite, natimortos, hipoplasia cerebelar, hipomielinogênese, tremores congênitos e mortalidade neonatal.
Infecções em estágios iniciais da gestação (antes do 20o dia de gestação) podem resultar em mortalidade embrionária e absorção. |
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