Produtos de Origem Animal e a Introdução da Febre Suína Africana

Além da introdução do animal infectado, produtos de origem animal podem ser introduzidos em uma área. Essa introdução pode então levar à disseminação de agentes patogênicos. Por exemplo, para prevenir a introdução da Febre Suína Africana, autoridades regulam rigorosamente o deslocamento de produtos de porcos de países endêmicos para países livres da Febre Suína Africana.

O vírus da Febre Suína Africana ((ASF) é um vírus DNA que não tem sido classificado, mas tem similaridades com o Iridovirus e Poxvirus. Animais susceptíveis incluem porcos domésticos e selvagens, javalis e pecaris. A doença é atualmente endêmica na África Sub-Saara e já esteve presente em Cuba, Haiti, e República Dominicana, onde agora está erradicada. ASF é caracterizada por febre, depressão, desordens hemorrágicas ocasionais, e morte. A transmissão ocorre através do contato direto de animais infectados ou contato indireto via carrapatos, fomitos, ou alimentando porcos com carne infectada.

Lesões que podem ser vistas no animal infectado com ASF incluem hiperemia, pele avermelhada, consolidação de lóbulo pulmonar, e necrose da pele.

Prevenir a introdução da ASF requer regulamentos rigorosos na importação de porcos e produtos de porcos. O vírus é considerado muito resistente e pode sobreviver por meses nos produtos suínos ou em fomitos. A importação de produtos suínos de rebanhos infectados constitui o maior risco de introdução da doença.

 

Mais informações sobre ASF podem ser encontradas no:

The Center for Emerging Issues home website at: http://www.aphis.usda.gov/vs/ceah/cei/

OIE website on African Swine Fever at: http://www.oie.int/eng/maladies/fiches/A_A120.HTM


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